Hoje não resisti a mostrar na sala este vídeo! Estávamos a corrigir a ficha de avaliação de português com um texto de José Jorge Letria, "As cores", por isso este v+ideo veio mesmo a calhar!
Durante o seu visionamento foram muitas as interjeições de espanto! Das mãos deste artista saiam maravilhas a cada segundo!
Para fazer aquela pintura não foi usado nem um pincel! As mãos e bocadinhos de pano serviram para dar vida às cores!
Bem, nós estanmos no bom caminho pois já ninguém pinta o céu usando o lápis, todos usam papel, ficando o desenho muito mais bonito! Agora só falta treinar!
Devo dizer que se todos fizessem o que disseram, ia haver para aqui muitas mães desesperadas com o resultado de mãos, roupa,...
Este blogue vai servir para verem o que vamos fazendo aqui na sala e na escola. Serão bocadinhos do muito que temos para mostrar...
terça-feira, 17 de março de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
Uma aula diferente
Temos estado a falar de solo, de relevo e claro, continuamos sempre às voltas com a biodiversidade.
Hoje tivemos uma aula diferente que nos ajudou a relembrar um bocadinho de tudo isto! Vimos um documentário realizado por um português, Daniel Pinheiro, autor de vários documentários da Vida Selvagem. Este filme foi foi o projeto final de mestrado em Wildlife
Documentary Production da Universidade de Salford, Reino Unido, tendo sido classificado com distinção.
“Um rio aclamado por poetas e
compositores, intimamente ligado à história de Portugal. Enquanto as
suas águas se fundem com o mar, uma pequena fonte, escondida no alto da
Serra da Estrela, continua a assegurar que o Mondego dá vida à sua
grande variedade de habitats e de vida selvagem.”
Podemos ver aqui o filme para conhecer e admirar a enorme biodiversidade do Rio Mondego.
sexta-feira, 13 de março de 2015
Visita de Estudo
Aprendemos que o castelo é do século X, que foi mandado construir pela Condessa Mumadona. A guia explicou-nos que o castelo não servia como habitação mas sim para alojar as tropas na defesa do espaço. Foi um ponto muito importante na fundação de Portugal e está ligado a D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei.
A capela de S. Miguel terá sido o lugar onde D. Afonso Henriques (que nasceu em Coimbra) foi batizado.
O Paço dos Duques é do século XV e foi mandado construir pelo conde D. Afonso, filho ilegítimo do rei D. João I. É um edifício muito grande marcado por 39 chaminés.
O andar superior não é visitado e serve de residência oficial no norte do país do Presidente da República.
Vimos as tapeçarias que mostravam a nossa História e as conquistas dos portugueses em Arzila e Tânger. Vimos a sala das armas, um quarto e vários salões.
Ficam aqui algumas curiosidades:
- comiam todos na mesma mesa pois diziam que o contrário era falta de educação.
- o prato era uma fatia de pão que podia ser comida no fim da refeição.
- os cães serviam de guardanapo porque as pessoas deixavam-nos lamber as mãos que depois passavam no seu pelo.
- a mesa gigante da sala era formada por várias mesas (até 16), que eram postas ou tiradas conforme o número de convidados, por isso é que se diz "levantar ou tirar" e "por" a mesa.
- não havia casa de banho, havia uns potes que eram lançados pela janela de manhã, dizendo-se 3 vezes: "Aqui vai água!" ou "Água vai!"
- tomavam banho 3 vezes por ano porque diziam que podiam ficar doentes se passassem muita água no corpo.
- durante as festas havia alguém a espiar, do lado de fora das frestas e janelas, ficando daí o ditado "As paredes têm ouvidos".
- dormiam meio sentados porque diziam que deitados era a posição da morte.
- jantavam às onze da manhã.
- por causa da Peste Negra, uma doença que matou muita gente, não havia cozinhas no Paço e a comida vinha feita de outros lados.
- as festas eram animadas pelo Bobo, uma personagem vestida de roupas coloridas que fazia malabarismos e palhaçadas.
- muitas das mortes em combate deviam-se ao peso das armaduras pois algumas pesavam 40 Kg e não permitiam que os soldados se levantassem quando eram atacados e feridos.
Gostamos de ver o teto de um salão, construído na forma de um barco invertido.
Almoçamos na Penha e pudemos ainda dar uma volta no mini trem...
e fizemos uma caminhada naquele espaço com tanta biodiversidade. Havia túneis e escadas secretas e foi uma hora de "sobe e desce"!
Gostamos muito desta Visita porque aprendemos coisas novas e divertimo-nos muito!
Dia Mundial do Sono
O Rodrigo Pinto chegou à sala a dizer que hoje se assinala o Dia Mundial do Sono. Não sabíamos isso e fomos pesquisar.
Esta é uma data que pretende ser uma celebração do sono e uma chamada de atenção para a sua importância.
Esta é uma data que pretende ser uma celebração do sono e uma chamada de atenção para a sua importância.
Este dia é celebrado na sexta-feira antes do Equinócio de Março. Este ano teve como tema “Dormir descansado, Respirar facilmente, Corpo saudável”.
Para estarmos atentos e aprendermos bem, temos que dormir o necessário. Só assim o nosso corpo e a nossa cabeça estão prontos para um novo dia.
Nada melhor do que deixar aqui a nossa canção para as mantinhas do sono! Vamos gravá-la na próxima semana e partilhá-la convosco!
quinta-feira, 12 de março de 2015
Palavras mágicas!
Saiu o videoclipe das Palavras Mágicas, uma das ´mais recentes histórias de Manuela Mota Ribeiro.
Na sala todos cantam o refrão, fica aqui o videoclipe e a letra para aprenderem bem o resto da canção!
Na sala todos cantam o refrão, fica aqui o videoclipe e a letra para aprenderem bem o resto da canção!
segunda-feira, 9 de março de 2015
Se eu fosse um pássaro...
Estivemos a trabalhar a escrita num texto em grupo. Imaginamos que éramos um pássaro e a escolha foi a andorinha.
Começamos por planificar o nosso texto a partir de algumas orientações. Criamos frases principais que depois desenvolvemos acrescentando adjetivos, comparações,... Tivemos o cuidado de referir, por exemplo, as características físicas, passar para a alimentação, de seguida, falamos dos ninhos,...
Uma preocupação foi a conclusão, para que o texto não parecesse inacabado.
Ficou assim o nosso trabalho:
Começamos por planificar o nosso texto a partir de algumas orientações. Criamos frases principais que depois desenvolvemos acrescentando adjetivos, comparações,... Tivemos o cuidado de referir, por exemplo, as características físicas, passar para a alimentação, de seguida, falamos dos ninhos,...
Uma preocupação foi a conclusão, para que o texto não parecesse inacabado.
Ficou assim o nosso trabalho:
Se eu fosse uma andorinha…
Se eu fosse uma andorinha era
pequenina, cabia na palma de uma mão. Seria preta, bem brilhante, com um
avental branco. Tinha um bico pequeno, alaranjado.
Vivia num grupo enorme, com a minha
família e os meus amigos, voando em bando.
O meu ninho seria construído com paus,
palha e lama nos beirais das casas. Ficavam muito bonitos e muito resistentes,
abrigando-me bem do frio e da chuva.
Alimentava-me de minhocas, insectos,
migalhas que encontrava no chão. Passava o dia a procurar comida, sobretudo
quando os meus filhos nasciam. Quando me aproximava do ninho, eles piavam muito
e abriam o bico. Teria que fazer este trabalho até eles terem penas para conseguirem
voar e procurar o seu próprio alimento.
Eu aparecia na primavera, vinda dos
países mais quentes do sul, para onde tinha migrado para fugir do frio que se
começava a sentir aqui em Portugal. A minha chegada era sinal de que o tempo
bom estava à porta.
Durante a primavera e o verão, voava
pelo céu, apanhava comida, saltitava nos jardins, passeava com as minhas
companheiras e à noite, dormia no meu ninho bem confortável.
Quando se aproximasse o outono com as
primeiras chuvas e ventos, o nosso bando voltava para os países do sul, mais
quentes. Seria uma longa viagem! Muitas de nós morreríamos pelo caminho! Lá, no
sul, começaria uma nova vida até que fosse altura de regressar a Portugal.
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