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terça-feira, 15 de março de 2016

Visita de Estudo: Museu dos Descobrimentos , Palácio de Cristal


Ontem , dia 14 de março, fizemos a nossa Visita de Estudo com todos os alunos do 4.º ano do Agrupamento.
De manhã visitamos o museu dos Descobrimentos e pudemos relembrar o que aprendemos sobre a História de Portugal, mais concretamente, sobre os Descobrimentos.  A parte de que mais gostamos foi a viagem de barco que fizemos no tempo e no espaço. Os auscultadores ajudavam-nos a perceber melhor o que víamos. No resto da visita fomos acompanhados por guias.
Seguimos para o Palácio de Cristal, onde almoçamos sempre a ver quando é que uma gaivota nos atacava para roubar o petisco! Depois do almoço brincamos um bocado no parque antes de fazer uma caminhada pelos jardins do palácio, terminando na Biblioteca Almeida Garrett. Cruzámo-nos no caminho com o Presidente da Câmara do Porto que quis saber quem nós éramos , de onde vínhamos e o que tínhamos visitado. 
Entramos no autocarro e seguimos para a Sé do Porto. Pelo caminho a nossa professora serviu de guia e foi-nos apresentando os espaços e monumentos: Museu Soares dos Reis, Jardim da Cordoaria, Cadeia da Relação, Igreja dos Clérigos, Câmara Municipal e Estação de S. Bento. De manhã já tínhamos visto as pontes sobre o Douro, o pilar da ponte da Barcas destruída durante as Invasões Francesas e o painel de azulejos, a casa onde nasceu o Infante D.Henrique, a Igreja de S. Francisco,  o Palácio da Bolsa, o edifício da Alfândega e o Museu do Carro Elétrico. Pudemos ver no rio Douro os barcos rabelos.
Depois de visitar a igreja da Sé, descemos as escadas entre o bairro da Sé, passamos pela Igreja do Grilo, subimos Mouzinho da Silveira, passeamos na Rua das Flores e  paramos numa loja de cordofones, a Porto Guitarra, onde descansamos, tocamos viola e cantamos as nossas canções.
Voltamos para a Sé, de onde partimos para a escola. O lanche da tarde foi feito no recreio, com as turmas do 3.º ano que chegavam da sua Visita à Porto Editora e ao Pavilhão da Água.
O tempo ajudou, esteve um belo dia de sol e pudemos experimentar o nosso projeto de fotografia com registos de paisagens com os nosso bonecos Flat (Flat Stanley).

É sempre bom poder aprender divertindo-nos!


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Uma viagem no tempo

A Ângela tem 9 anos e anda no 4.º ano. É uma menina muito curiosa, fascinada com tudo o que aprende na escola, mas adora especialmente Estudo do Meio! A professora tem até que a mandar calar para dar oportunidade de outros responderem.
- Quem é que sabe explicar a crise de 1383-1385?
Claro que a Ângela é a primeira a levantar o dedo, quase saltando da cadeira!
- Professora, professora, eu sei, eu sei!
- Ângela, todos sabemos que tu sabes mas deixa os outros responder, por favor! 
Em casa o fascínio pela História aumenta!
- Ângela, vem jantar! Já te chamei mil vezes!
- Espera um pouco, mãe! Estou mesmo a acabar a leitura da História Alegre de Portugal!
- Esta minha irmã é doida! Perde o tempo dela com leituras! Com tanta coisa fixe para fazer!... - diz  o Tomás.  
A mãe volta a chamar:
- Ângela! O livro não vai fugir! Acabas a leitura depois de jantar, quando te fores deitar!
Muito contrariada, a Ângela foi para a cozinha. Em segundos, jantou, tomou banho, lavou os dentes e já de pijama, deitou-se e pegou no livro.
De manhã, ao ir para a escola, ela achou tudo muito esquisito!
- Que estranho! Está tudo tão diferente! O meu caminho está em terra, estas pessoas estão vestidas como se fossem fazer um teatro e parecem tão desnorteadas!
Aproximou-se de um grupo de pessoas que seguiam apressadas e perguntou:
- O que se passa? Vai haver aqui alguma feira ou espetáculo?
Os senhores olharam-na dos pés à cabeça...
- De onde vindes, linda donzela?
- Eu moro aqui na rua das Flores!- disse ela, apontando para trás.- Ui, as casas dos vizinhos desapareceram e só vejo árvores! Oh! A minha casa também desapareceu! O que se passa?
- Não sabeis, menina? As tropas de D. Afonso Henriques estão a travar uma batalha contra as de sua mãe, D. Teresa ali ao lado do Castelo!
- Castelo?! D. Afonso Henriques?! D. Teresa?! Mas... onde... em que ano estamos?
- Ora, essa! Estamos ao lado do Castelo, no ano da graça de 1128!
- Castelo?! 1128?!!!!  Eu estou na Batalha de S. Mamede?! Como foi isso acontecer?!
Ao longe ouvia-se o trote, galope e relinchar de cavalos, o som metálico das espadas e vozes e gritos de pessoas.
- Procurai os vossos pais, menina! A Batalha ainda está a começar e muitos estragos poderá causar!
- Sim, e nós temos que ir ajudar o nosso amo e senhor, D. Afonso Henriques! Não podemos de modo algum perder  esta oportunidade de conseguir a Independência!
- Descansem! D. Afonso Henriques vai vencer essa Batalha! Essa e muitas outras!!
- Como sabeis isso? Sereis por ventura vidente ou bruxa?!
- Bruxa?! Vidente?! Eu sou a Ângela, e, não sei como, vim do século XXI! Conheço muito bem toda a História de Portugal, a começar pela do Condado Portucalense!
Nesse momento ouve-se gritar:
- Vitória! Vitória! Viva D Afonso Henriques!!
Os homens olharam para Ângela de boca aberta!

- Tínheis razão, menina- dizem eles fazendo-lhe uma vénia- Ganhamos! Assim conseguimos a Independência!
-  Sim, e muitas vitórias irão ainda acontecer! -disse Ângela sorridente.
- Não saias daqui, menina, que vamos trazer-vos D. Afonso Henriques!
Ângela ficou petrificada!
- Eu vou conhecer o primeiro rei de Portugal?! Os meus amigos não vão acreditar!
De repente Ângela ouve a voz da mãe:
- Ângela! São 8 horas! Levanta-te!
- Mãe, espera um pouco! Não posso sair daqui, estou à espera de D. Afonso Henriques!
- Esta minha filha é mesmo obcecada pela História! Nem a dormir ela deixa de pensar nela! - diz a mãe.
Ângela abre os olhos e percebe que foi tudo um sonho!
- Olha, mãe, se tinhas acordado cinco minutos mais tarde, eu tinha cumprimentado o nosso primeiro rei! - disse a Ângela sorrindo, percebendo que tudo não tinha passado de um sonho.



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Monte Mozinho, visto pela Inês

Em Estudo do Meio trabalhamos a História este período. Este é um tema que costuma cativar bem os alunos... 
É bom ver que essa curiosidade continua para além da sala de aula, despertando o interesse por saber mais e por querer mostrar aos pais o que sabem! 
Mais uma vez recebi no mail uma mensagem, desta vez da Inês, a enviar-me fotografias que tirou Castro do Monte Mozinho, um povoado da época romana, fundado no século I d.C. Foi de certeza um belo programa em família, com a Inês a falar de História aos pais!



Podem saber mais sobre este Castro aqui nesteas ligações.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

D. Dinis, o Trovador

Quando falamos de D. Dinis ficamos a saber que foi poeta e músico.
Hoje estivemos a fazer uns exercícios de consolidação dos conteúdos trabalhados e, mais uma vez, referimos esse facto. Aproveitamos então para ir conhecer algumas das suas cantigas...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

D. Afonso Henriques

Este vídeo já foi publicado no nosso blogue mas agora, por ser muito oportuno, fica aqui outra vez!


E para complementar, outro vídeo...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

E vamos para a História!!

Este período começamos a trabalhar a tão esperada História!
Apareceu um texto BD no manual retirado da HISTÓRIA ALEGRE DE PORTUGAL, de Artur Correia, uma adaptação à Banda Desenhada da obra de Manuel Pinheiro Chagas. Levei o livro para a escola e tem sido motivo de curiosidade pois apresenta imagens e texto muito divertidos,apresentando a História.

Hoje começamos a falar dos primeiros povos que habitaram a Península e vimos uns filmes, vamos ver outros, e de acordo com o combinado, partilho-os aqui.





terça-feira, 20 de outubro de 2015

Sismos

Em Estudo do Meio falamos de catástrofes naturais, os incêndios, as inundações e os sismos.
Lembramos a palestra a que assistimos na exposição AQUAPORTO 14, há dois anos, no Parque da Cidade, no Porto.
Estivemos a ver o que fazer em caso de surgir uma situação destas.
Falamos depois do maior Terramoto que se sentiu no nosso país, o  que destruiu Lisboa, em 1755. para perceber melhor o que é um terramoto, vimos este filme.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A Rota do Românico

Hoje participamos numa atividade da Rota do Românico, aqui na sala de aula.
Uma técnica da equipa, a Tânia, veio falar-nos deste projeto que nós já conhecemos muito bem. Ela ficou surpreendida com o que nós sabemos!
Já sabíamos o que era o Românico que surge em igrejas, mosteiros, castelos, torres e memoriais e as características das construções:
- arcos de volta perfeita ladeados de colunas compostas por base, fuste e capitel gravado com motivos vegetais e animais
- janelas estreitas, as frestas
- tímpano sobre a entrada
- pedras alinhadas
Já sabíamos também o que são as siglas (marca do mestre canteiro), quais são os monumentos mais próximos de nós e as diferenças entre uma Igreja e um Mosteiro (a primeira é composta por uma nave principal e uma capela-mor e o segundo tem, para além destas, dormitório, refeitório, estábulo, enfermaria e celeiro pois eram habitados pelos monges Beneditinos). 
Mas aprendemos algumas coisas novas!
- há 58 monumentos no Vale do Tâmega e Sousa
- no concelho de Paredes são 5 os monumentos (torre do Castelo de Aguiar de Sousa, Mosteiro de S. Pedro e Ermida da Sra do Vale em Cete,  Torre dos Alcoforados em Lordelo e Capela da Sra  da Piedade da Quintã. Ainda bem perto de nós temos o Mosteiro de S. Salvador em Paço de Sousa.
Ficamos a saber também que esta é considerada uma arte religiosa.

Recebemos dois livros com muitas atividades e informações, um mapa, uma brochura, um pin e  um Diploma.
Realizamos algumas atividades e cantamos um Hino da Rota  do Românico.
Agora só nos falta pegar no nosso mapa e ir com os nossos pais conhecer os monumentos, marcando um visto em cada um!














Assinalamos também o Dia da Alimentação com os nossos toalhetes ilustrados por nós, e, como lanche, uma gelatina que cheirava muito bem! Durante todo o dia, esteve disponível uma tabela para registo do nosso pão preferido pois hoje também é Dia do Pão! Com aquela tabela vamos trabalhar para a semana na matemática.









quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Rota do Românico

Hoje a turma ficou a saber o que significam aquelas placas castanhas que veem pelo caminho, dizendo ROTA DO ROMÂNICO porque amanhã terão uma atividade ligada a este projeto.
Aprenderam que o Românico é um estilo arquitetónico que identifica a nossa região do vale do Sousa e a do vale do Tâmega, marcando as construções de igrejas, mosteiros, torres e memoriais do século XII ao XIV e ficaram a conhecer algumas das suas características. Aqui bem perto de nós fica a Torre do Castelo de Aguia de Sousa que alguns conhecem. Vimos imagens de outros monumentos, identificando as marcas características.

Explorou-se o site da Rota do Românico  (rotadoromanico.com) e ficou a promessa de que ia ser partilhada no blogue mais informação.
Torre do Castelo de Aguiar de Sousa

Claustros da Igreja de S. Pedro de Cete
Igreja de S. Pedro de Cete      

Ficam aqui alguns vídeos:









terça-feira, 19 de maio de 2015

O Museu do Côa

Estivemos na aula a explorar um folheto do Museu do Côa. Com a informação do folheto, criamos este texto informativo.

O Museu do Côa localiza-se no vale do rio Côa, no nordeste de Portugal.
Este museu aloja informação sobre uma das maravilhas da região e do nosso país. Neste vale foram encontradas as gravuras rupestres ao ar livre mais importantes do mundo.  
Este museu de quatro andares, construído de forma a não causar impacte visual na paisagem, permite-nos conhecer melhor uma das primeiras formas de expressão do Homem primitivo, há cerca de 20 000 anos. 
Este Museu contem vários espaços: salas de exposições permanentes e temporárias, auditórios, áreas técnicas e de investigação arqueológica, áreas administrativas,  entre outras. da zona do restaurante tem-se uma vista magnífica sobre o Vale do Rio Côa.
Quem não se pode deslocar ao museu, pode obter informação no site www.arte-coa.pt. Podem ser marcadas visitas através do email visitas.pavc@igespar.pt. 



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Arte Rupestre e o Museu do Côa

Um dos nossos textos do manual apresentando o texto informativo falava de pinturas rupestres, em Foz Côa.
Ficamos a conhecer melhor os homens que viveram há cerca de 80 000 anos, povos nómadas, que viviam da caça e da pesca. Ficamos a saber que as pinturas rupestres, feitas nas rochas com pigmentos naturais (sangue, pedras esmagadas, flores e folhas) surgiram há cerca de 20 000 anos quando o Homem sentiu a necessidade de comunicar e representar cenas do quotidiano.
O vale do Côa aloja a mais rica coleção de gravuras rupestres que se conhecem. Estas estiveram em risco de desaparecer com uma barragem que seria construída mas o projeto acabou por não avançar e agora todos poderemos ver essas obras de arte tão importantes
Como curiosidade fomos saber mais na internet e ficou a promessa de partilhar as nossas descobertas aqui, o que fica agora cumprido com algumas fotos e uns filmes...

 


sexta-feira, 13 de março de 2015

Visita de Estudo

Ontem fizemos a nossa Visita de Estudo a Guimarães. Fomos conhecer o Paço dos Duques, a capela de S. Miguel e o Castelo.
Aprendemos que o castelo é do século X, que foi mandado construir pela Condessa Mumadona. A guia explicou-nos que o castelo não servia como habitação mas sim para alojar as tropas na defesa do espaço. Foi um ponto muito importante na fundação de Portugal e está ligado a D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei.
A capela de S. Miguel terá sido o lugar onde D. Afonso Henriques (que nasceu em Coimbra) foi batizado.
O Paço dos Duques é do século XV e foi mandado construir pelo conde D. Afonso, filho ilegítimo do rei D. João I. É um edifício muito grande marcado por 39 chaminés. 
O andar superior não é visitado e serve de residência oficial no norte do país do Presidente da República.
Vimos as tapeçarias que mostravam a nossa História e as conquistas dos portugueses em Arzila e Tânger. Vimos a sala das armas, um quarto e vários salões. 



Ficam aqui algumas curiosidades:
- comiam todos na mesma mesa pois diziam que o contrário era falta de educação.
- o prato era uma fatia de pão que podia ser comida no fim da refeição.
- os cães serviam de guardanapo porque as pessoas deixavam-nos lamber as mãos que depois passavam no seu pelo.
- a mesa gigante da sala era formada por várias mesas (até 16), que eram postas ou tiradas conforme o número de convidados, por isso é que se diz "levantar ou tirar" e "por" a mesa.
- não havia casa de banho, havia uns potes que eram lançados pela janela de manhã, dizendo-se 3 vezes: "Aqui vai água!" ou "Água vai!"
- tomavam banho 3 vezes por ano porque diziam que podiam ficar doentes se passassem muita água no corpo.
- durante as festas havia alguém a espiar, do lado de fora das frestas e janelas, ficando daí o ditado "As paredes têm ouvidos".
- dormiam meio sentados porque diziam que deitados era a posição da morte.
- jantavam às onze da manhã.
- por causa da Peste Negra, uma doença que matou muita gente, não havia cozinhas no Paço e a comida vinha feita de outros lados.
- as festas eram animadas pelo Bobo, uma personagem vestida de roupas coloridas que fazia malabarismos e palhaçadas.
- muitas das mortes em combate deviam-se ao peso das armaduras pois algumas pesavam 40 Kg e não permitiam que os soldados se levantassem quando eram atacados e feridos.

Gostamos de ver o teto de um salão, construído na forma de um barco invertido.

Almoçamos na Penha e pudemos ainda dar uma volta no mini trem...
 



e fizemos uma caminhada naquele espaço com tanta biodiversidade. Havia túneis e escadas secretas e foi uma hora de "sobe e desce"!



Gostamos muito desta Visita porque aprendemos coisas novas e divertimo-nos muito!