Estas foram as prendas que as mães da sala receberam...
Foram feitas com todo o carinho, por isso, são lindas!
Este blogue vai servir para verem o que vamos fazendo aqui na sala e na escola. Serão bocadinhos do muito que temos para mostrar...
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segunda-feira, 2 de maio de 2016
quarta-feira, 6 de abril de 2016
E se fosse eu?...
A Plataforma
de Apoio aos Refugiados lançou
uma iniciativa que nos pôs a trabalhar. Com ela pretende-se a sensibilização,
mobilização e educação para a cidadania, e demonstrar as dificuldades pelas
quais os refugiados passam para fugir à guerra.
Recebemos um desenho de uma mochila
onde desenhamos aquilo que levaríamos connosco se tivéssemos que fugir, num
contexto de guerra. Quando terminamos os desenhos apresentamos o conteúdo
das nossas mochilas e justificamos as escolhas.
Depois desta partilha vimos um vídeo
que nos apresentava as escolhas de alguns refugiados.
Depois de "encher" as nossas
mochilas com desenhos, fizemos um texto onde pudemos trabalhar a nossa
criatividade e as nossas emoções, metendo na mochila até os impossíveis...
E se fosse eu?...
E se fosse eu
levaria o mar
para me aliviar do calor
e nele me lavar.
E se fosse eu
levaria o vento
para ele me refrescar
e para me abraçar.
E se fosse eu
levaria o sol
para me aquecer
e a minha tenda iluminar.
E se fosse eu
levaria as nuvens
para com elas brincar
e nelas a minha família imaginar.
E se fosse eu
levaria Jesus
para ele me alegrar
e do perigo que há lá me salvar!
Sara
A guerra é um terror mas nós humanos, juntos conseguimos derrubá-la. Parece ser difícil, mas no fundo do nosso coração há um poder que nos guia ao que é certo.
Por vezes o terror assusta-nos mas não
é razão para desistirmos! Nós somos mais do que um só, somos corajosos, a
escuridão nunca nos vai vencer!
Na nossa mochila cabe o amor que tanta
vezes nos falta, a verdade que nos ensina a ser como Deus, a razão que nos faz
acreditar e a recordação de uns pais que tivemos.
a guerra é o perder das coisas... as nossas
casas, as nossas brincadeiras, as nossas amizades, as nossas vidas,...
O poder, aqui, é estarmos todos
unidos, como irmãos, como uma família. Vamos perder os nossos medos e seguir em
frente. Vamos esquecer os nossos antepassados e começar uma nova vida, um
sonho. Assim vamos ser livres, livres de todo o mal que passamos, de toda a
tristeza que tivemos.
Este vai ser o nosso mundo, a paz, a
alegria, o carinho e tudo o mais.
Somos todos diferentes mas todos
iguais, nada nos vai impedir de termos uma vida feliz!
Alice
quinta-feira, 17 de março de 2016
Tenho o rei na barriga
Na nossa sala, tal como na Natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma! Por esta razão, um cartaz publicitário que surgiu na nossa recolha de papel deu origem a 25 histórias para um título "Tenho o rei na barriga".
Com um título assim a criatividade tinha que ser bem trabalhada, por isso surgiram histórias tão variadas e engraçadas!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Ser amigo
A propósito do Dia de S.Valentim, falamos mais uma vez da AMIZADE e do que é ser amigo.
Estas são as definições que a turma apresenta...
Estas são as definições que a turma apresenta...
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
À moda de António Mota, "Se tu visses o que eu vi"
Hoje conhecemos a obra "Se tu visses o que eu vi", de António Mota. É um livro muito engraçado que brinca com as palavras e as rimas.
Se tu visses o que eu vi - António Mota
Se tu visses o que eu vi
até ias gaguejar
uma formiga a tocar viola
e um boi à frente a bailar.
Se tu visses o que eu vi
até ias ver estrelas
um coelho a apanhar cerejas
e um crocodilo em baixo à espera delas.
Se tu visses
se tu visses o que eu vi!!
Se tu visses o que eu vi
fugias a sete pés
na esplanada um gato e um rato
à espera dos seus cafés.
Se tu visses o que eu vi
caías para o outro lado
uma foca na praia ao sol
e um macaco a comer gelado.
Se tu visses
se tu visses o que eu vi!!
Se tu visses o que eu vi
até ias desmaiar
em agosto a neve a cair
e em dezembro as flores a brotar.
Se tu visses o que eu vi
não saías do lugar
um tubarão a escrever poemas
e uma baleia com pés, a andar.
Se tu visses o que eu vi - António Mota
Depois de lermos o poema de António Mota, cantamos a canção, acompanhados pelo Guitalelé e aprendemos os acordes. Depois de sabermos bem a canção, criamos um poema individual que ilustramos.
Finalmente, criamos um poema conjunto que deu origem a uma nova canção que ilustramos para criar uma apresentação.
até ias gaguejar
uma formiga a tocar viola
e um boi à frente a bailar.
Se tu visses o que eu vi
até ias ver estrelas
um coelho a apanhar cerejas
e um crocodilo em baixo à espera delas.
Se tu visses
se tu visses o que eu vi!!
Se tu visses o que eu vi
fugias a sete pés
na esplanada um gato e um rato
à espera dos seus cafés.
Se tu visses o que eu vi
caías para o outro lado
uma foca na praia ao sol
e um macaco a comer gelado.
Se tu visses
se tu visses o que eu vi!!
Se tu visses o que eu vi
em agosto a neve a cair
e em dezembro as flores a brotar.
Se tu visses o que eu vi
não saías do lugar
um tubarão a escrever poemas
e uma baleia com pés, a andar.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Arte...
Esta semana é tempo de fichas de avaliação...
Há sempre uma capa para as mesmas, com um desenho alusivo ao mês. Para variar e como temos andado a explorar a régua, o esquadro e o compasso, receberam a folha com o nome do mês, como habitual, e um retângulo em branco que deveriam usar como quisessem, usando régua e compasso.
Gostei do resultado e por isso, a partir de agora, as capas vão ter sempre o tal retângulo em branco!
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