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segunda-feira, 30 de maio de 2016

A escola dos nossos pais e avós

Foi-nos lançado pela Câmara Municipal um desafio: criar trabalhos para uma exposição no âmbito da comemoração do 10.º aniversário da Carta Educativa.
Hoje foi proposto para trabalho para casa entrevistar pais ou avós, tentando saber algumas coisas da escola do tempo deles para poder comparar com a nossa.
Recebi já três entrevistas que aqui partilho, com os agradecimentos aos "jornalistas" e aos entrevistados!


Jornalista: David Leão

Entrevista ao avô

Idade:
79 Anos.

Nome:
Armando Moreira Barbosa Leão.

Em que escola andaste?
Escola do Calvário.

Como se chamava a tua professor/a?
Professor António Duarte Peixoto.

Como se chamava o teu diretor/a?
António Duarte Peixoto.

Como era a tua pasta?
Era uma saca de pano.

O que é que tinha dentro dela?
Os livros e a lousa.

Qual era a tua disciplina preferida?
Era Português.

Que disciplinas tinhas?
Era História, Matemática, Geografia, Português e Ciências.

Que brincadeiras fazias no recreio?
Jogava à bola.

Como era o teu recreio?
Era um campo de futebol.

Lembras-te de algum colega?
Lembro-me de todos que andaram no meu ano.

Com quantos anos entraste para a escola?
Entrei com 8 anos.

Quantos anos tinhas quando saíste da escola?
Tinha 11 anos.


Jornalista: Iva
Entrevista à avó

Nome:
Luzia Martins Ferreira e Silva

Idade:
55anos

Em que escola andaste?
Escola de Balselhas.
Como se chamava a tua professor/a?
Professora Ana Paula.

O que levavas na mochila?
Levava uma lousa, um lápis, uma pena, uma borracha e um apagador. Tinha também uma caneta permanente.      Levava também o lanche,  meio molete e leite em pó.
O almoço era muitas vezes sopa e broa.   

O que acontecia quando fazias asneiras?
Quando fazia asneiras levava com uma cana.


Jornalista: Carolina
Entrevista ao pai

Nome:
Sandro Sousa

Idade:
39 anos


Como se chamava a tua professor/a?
Era a professora Maria Madalena.

Quais eram as brincadeiras do recreio?
Brincávamos aos cowboys, a jogar à bola, a jogar ao pião, às escondidinhas, ao yo-yo, saltar à corda ...
O que traziam na pasta?
Trazíamos os livros,  a bolsa , o lanche,..
.
Refere uma memória boa e uma memória má que tenhas da escola.
As memórias boas são de quando não levava reguadas, as más quando levava reguadas.









segunda-feira, 2 de maio de 2016

Dia da Mãe

Estas foram as prendas que as mães da sala receberam...
Foram feitas com todo o carinho, por isso, são lindas!

sábado, 16 de abril de 2016

Gramática e Matemática...

Na sala temos andado a falar de determinantes e pronomes possessivos.
Aqui fica uma apresentação para explorar o tema, assim como uma para relembrar frações...





terça-feira, 12 de abril de 2016

Histórias da Ajudaris

Mais uma vez, participamos no concurso Histórias da Ajudaris.
Este Projeto Histórias da Ajudaris foi criado em 2009 e concretiza-se a partir da edição de livros escritos por crianças para crianças, inspirados em temas como a cidadania, os afetos e o ambiente. Este ano as histórias andaram à volta da Alimentação. Os textos selecionados são depois enriquecidos pelos ilustradores solidários.
Começamos por criar um poema, pensando numa canção para acompanhar com os nossos cavaquinhos. Depois foi a vez de elaborar um texto narrativo.
O texto narrativo que aqui apresentamos teve que sofrer uns cortes porque havia limite de carateres, mas a ideia manteve-se: é preciso mudar hábitos para uma vida melhor!

Nós somos saudáveis!

Nós somos fortes, nós somos saudáveis
Sabemos bem comer, de forma equilibrada
Alimentos coloridos, são muito agradáveis
A nossa alimentação é sempre variada!

De manhã, ao acordar
Leite e pão vamos comer
Fruta para acompanhar
Para nos ajudar a crescer.

Ao almoço e ao jantar
Carne e peixe vamos comer
Salada a acompanhar
É água para beber!

Durante o nosso dia
Vários lanches vamos ter
Para termos energia
E saudáveis bem crescer!



É possível mudar!

Joana era uma menina bonita mas, como não tinha cuidado nenhum com a alimentação, cada dia ia ficando mais gorda!
Sempre que podia, comia pizza, lasanha, cachorros e batatas fritas e bebia refrigerantes, nunca água. As suas sobremesas eram sempre gelados, grandes fatias de bolos, mousses,… Comia muitos doces e nem queria provar leite, frutas ou vegetais!
Os pais já tinham desistido de a convencer a mudar a sua alimentação! Depois das refeições ela ia sempre ao armário ou ao frigorífico!... Para complicar ainda mais, ela não fazia exercício, passava o seu tempo no computador ou a ver televisão!
Os amigos também começaram a afastar-se dela porque ela não ligava nada ao que eles lhe diziam e nunca queria brincar com eles.
Um dia, na festa de final do ano da escola, um grupo de rapazes começou a rir-se dela, a gozá-la pelo seu aspeto:
- Olha aquela gorda! Parece um hipopótamo! Ah! Ah! Ah!...
Joana sentou-se num banco do recreio e começou a chorar.
O Tomás, um colega da turma que era seu vizinho, viu-a e perguntou-lhe o que se passava. Joana contou-lhe o que tinha acontecido.
Tomás, com muita calma, explicou-lhe que ela tinha que mudar de vida. Se isso não acontecesse, iria ser gozada muitas vezes mais!
- Tu podes mudar! Se tiveres uma alimentação saudável, rica em fruta e vegetais, se fizeres exercício, depressa ficarás em forma!- dizia ele.
-Mas eu não gosto nada disso! E não consigo correr, fico muito cansada!...
- Tu já tentaste alguma vez? Eu vou ajudar-te nestas férias!
Joana aproximou-se da mãe e disse:
- Mãe, tomei uma decisão! Vou mudar a minha vida! O Tomás vai ajudar-me!
A mãe nem queria acreditar!
Aos poucos, Joana foi provando vários legumes e frutos, tomou leite sem chocolate e descobriu que até gostava! Os bolos desapareceram da sua sobremesa e quando abria o frigorífico, era para ir beber água fresca! Até os seus dentes, mais fortes e saudáveis estavam agradecidos com esta mudança!
De manhã acordava bem cedo, com o Tomás a bater à porta. Juntos, iam para o parque onde corriam, saltavam à corda, faziam caminhadas, andavam de bicicleta,… Só paravam para comer uma maçã ou beber água! No início foi muito difícil mas ela foi-se habituando e depois já nada a fazia parar!
No primeiro dia de aulas, entrou na sala e ouviu sussurrar:
- Temos uma aluna nova! O Tomás conhece-a, estava a falar com ela no recreio!
A professora entrou e, depois de cumprimentar a turma, disse, batendo palmas muito devagar:
- Tenho que começar este ano com uma palavra para a Joana! Pa-ra-béns!
- Oh! – diziam todos, muito espantados - É a Joana!
- Sim, sou eu! O Tomás fez-me acreditar que era possível mudar e ajudou-me a ter uma vida saudável! Agora sei que devo ter uma alimentação equilibrada, sei o que não devo comer e beber e faço muito exercício!
De repente Joana ficou rodeada pelos amigos que a abraçavam!
Chegou a hora do recreio e todos foram brincar com ela. Ficaram espantados com a sua energia e a sua forma física!
Joana sentiu-se a pessoa mais feliz do mundo! Todos podem mudar, se quiserem!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

E se fosse eu?...

A Plataforma de Apoio aos Refugiados lançou uma iniciativa que nos pôs a trabalhar. Com ela pretende-se a sensibilização, mobilização e educação para a cidadania, e demonstrar as dificuldades pelas quais os refugiados passam para fugir à guerra. 
Recebemos um desenho de uma mochila onde desenhamos aquilo que levaríamos connosco se tivéssemos que fugir, num contexto de guerra. Quando terminamos os desenhos apresentamos o conteúdo das nossas mochilas e justificamos as escolhas.




Depois desta partilha vimos um vídeo que nos apresentava as escolhas de alguns refugiados.
Depois de "encher" as nossas mochilas com desenhos, fizemos um texto onde pudemos trabalhar a nossa criatividade e as nossas emoções, metendo na mochila até os impossíveis...

E se fosse eu?...


E se fosse eu
levaria o mar 
para me aliviar do calor
e nele me lavar.

E se fosse eu
levaria o vento
para ele me refrescar
e para me abraçar.

E se fosse eu 
levaria o sol
para me aquecer
e a minha tenda iluminar.

E se fosse eu
levaria as nuvens
para com elas brincar
e nelas a minha família imaginar.

E se fosse eu
levaria Jesus
para ele me alegrar
e do perigo que há lá me salvar!
Sara


A guerra é um terror mas nós humanos, juntos conseguimos derrubá-la. Parece ser difícil, mas no fundo do nosso coração há um poder que nos guia ao que é certo.
Por vezes o terror assusta-nos mas não é razão para desistirmos! Nós somos mais do que um só, somos corajosos, a escuridão nunca nos vai vencer!
Na nossa mochila cabe o amor que tanta vezes nos falta, a verdade que nos ensina a ser como Deus, a razão que nos faz acreditar e  a recordação de uns pais que tivemos.
a guerra é o perder das coisas... as nossas casas, as nossas brincadeiras, as nossas amizades, as nossas vidas,...
O poder, aqui, é estarmos todos unidos, como irmãos, como uma família. Vamos perder os nossos medos e seguir em frente. Vamos esquecer os nossos antepassados e começar uma nova vida, um sonho. Assim vamos ser livres, livres de todo o mal que passamos, de toda a tristeza que tivemos.
Este vai ser o nosso mundo, a paz, a alegria, o carinho e tudo o mais.
Somos todos diferentes mas todos iguais, nada nos vai impedir de termos uma vida feliz!
Alice

quinta-feira, 17 de março de 2016

Tenho o rei na barriga

Na nossa sala, tal como na Natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma! Por esta razão, um cartaz publicitário que surgiu na nossa recolha de papel deu origem a 25 histórias para um título "Tenho o rei na barriga".
Com um título assim a criatividade tinha que ser bem trabalhada, por isso surgiram histórias tão variadas e engraçadas!


terça-feira, 15 de março de 2016

Estendal da escrita

Hoje foi dia de estendal, não de roupa mas de escrita, a propósito da Semana da Leitura...
Há roupa em histórias, em poesias e até em inglês!
Na nossa sala preparamos um vestido, uma saia, umas calças, uma camisola e um casaco, todos bordados de poesia...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Uma viagem no tempo

A Ângela tem 9 anos e anda no 4.º ano. É uma menina muito curiosa, fascinada com tudo o que aprende na escola, mas adora especialmente Estudo do Meio! A professora tem até que a mandar calar para dar oportunidade de outros responderem.
- Quem é que sabe explicar a crise de 1383-1385?
Claro que a Ângela é a primeira a levantar o dedo, quase saltando da cadeira!
- Professora, professora, eu sei, eu sei!
- Ângela, todos sabemos que tu sabes mas deixa os outros responder, por favor! 
Em casa o fascínio pela História aumenta!
- Ângela, vem jantar! Já te chamei mil vezes!
- Espera um pouco, mãe! Estou mesmo a acabar a leitura da História Alegre de Portugal!
- Esta minha irmã é doida! Perde o tempo dela com leituras! Com tanta coisa fixe para fazer!... - diz  o Tomás.  
A mãe volta a chamar:
- Ângela! O livro não vai fugir! Acabas a leitura depois de jantar, quando te fores deitar!
Muito contrariada, a Ângela foi para a cozinha. Em segundos, jantou, tomou banho, lavou os dentes e já de pijama, deitou-se e pegou no livro.
De manhã, ao ir para a escola, ela achou tudo muito esquisito!
- Que estranho! Está tudo tão diferente! O meu caminho está em terra, estas pessoas estão vestidas como se fossem fazer um teatro e parecem tão desnorteadas!
Aproximou-se de um grupo de pessoas que seguiam apressadas e perguntou:
- O que se passa? Vai haver aqui alguma feira ou espetáculo?
Os senhores olharam-na dos pés à cabeça...
- De onde vindes, linda donzela?
- Eu moro aqui na rua das Flores!- disse ela, apontando para trás.- Ui, as casas dos vizinhos desapareceram e só vejo árvores! Oh! A minha casa também desapareceu! O que se passa?
- Não sabeis, menina? As tropas de D. Afonso Henriques estão a travar uma batalha contra as de sua mãe, D. Teresa ali ao lado do Castelo!
- Castelo?! D. Afonso Henriques?! D. Teresa?! Mas... onde... em que ano estamos?
- Ora, essa! Estamos ao lado do Castelo, no ano da graça de 1128!
- Castelo?! 1128?!!!!  Eu estou na Batalha de S. Mamede?! Como foi isso acontecer?!
Ao longe ouvia-se o trote, galope e relinchar de cavalos, o som metálico das espadas e vozes e gritos de pessoas.
- Procurai os vossos pais, menina! A Batalha ainda está a começar e muitos estragos poderá causar!
- Sim, e nós temos que ir ajudar o nosso amo e senhor, D. Afonso Henriques! Não podemos de modo algum perder  esta oportunidade de conseguir a Independência!
- Descansem! D. Afonso Henriques vai vencer essa Batalha! Essa e muitas outras!!
- Como sabeis isso? Sereis por ventura vidente ou bruxa?!
- Bruxa?! Vidente?! Eu sou a Ângela, e, não sei como, vim do século XXI! Conheço muito bem toda a História de Portugal, a começar pela do Condado Portucalense!
Nesse momento ouve-se gritar:
- Vitória! Vitória! Viva D Afonso Henriques!!
Os homens olharam para Ângela de boca aberta!

- Tínheis razão, menina- dizem eles fazendo-lhe uma vénia- Ganhamos! Assim conseguimos a Independência!
-  Sim, e muitas vitórias irão ainda acontecer! -disse Ângela sorridente.
- Não saias daqui, menina, que vamos trazer-vos D. Afonso Henriques!
Ângela ficou petrificada!
- Eu vou conhecer o primeiro rei de Portugal?! Os meus amigos não vão acreditar!
De repente Ângela ouve a voz da mãe:
- Ângela! São 8 horas! Levanta-te!
- Mãe, espera um pouco! Não posso sair daqui, estou à espera de D. Afonso Henriques!
- Esta minha filha é mesmo obcecada pela História! Nem a dormir ela deixa de pensar nela! - diz a mãe.
Ângela abre os olhos e percebe que foi tudo um sonho!
- Olha, mãe, se tinhas acordado cinco minutos mais tarde, eu tinha cumprimentado o nosso primeiro rei! - disse a Ângela sorrindo, percebendo que tudo não tinha passado de um sonho.



terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Mais uma nuvem de palavras...

Recebi agora uma nuvem de palavras, a do Rúben!
Na sala todos adivinham em menos de um segundo o texto implícito mas, mesmo para quem está de fora, não será muito difícil descobrir o tema principal...
Parabéns Rúben!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ser amigo

A propósito do Dia de S.Valentim, falamos mais uma vez da AMIZADE e do que é ser amigo.
Estas são as definições que a turma apresenta...
                     

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Nuvem de palavras

Na sexta-feira estivemos a aprender a criar uma nuvem de palavras com palavras utilizadas no texto "Ser amigo". Usando o quadro interativo, cada um foi fazendo a sua nuvem e a turma ia acompanhando o trabalho. Esta tarefa continuará porque não deu tempo para todas as nuvens!
Hoje recebi por mail uma nuvem da Inês,  aqui fica ela!
Alguém descobre qual foi a palavra mais utilizada pela Inês? A turma toda consegue saber!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Se tu visses o que eu vi

O Rodrigo enviou para o mail da turma este poema que fez no fim de semana...


Se tu visses o que eu vi


Se tu visses o que eu vi

Caías para o outro lado

Um gato a beber cerveja

E um boi a comer gelado.



Se tu visses o que eu vi

Até ias gaguejar

Um cão a escrever poemas

E um leão a rimar.



Se tu visses o que eu vi

Começavas a rir

Um cozinheiro a patinar

E um padeiro a mugir.



Se tu visses o que eu vi

Ficavas de boca aberta

Uma baleia a comer uma meia

E uma zebra agente secreta.
                                        
                                                                              Rodrigo Pinto

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

À moda de António Mota, "Se tu visses o que eu vi"

Hoje conhecemos a obra "Se tu visses o que eu vi", de António Mota. É um livro muito engraçado que brinca com as palavras e as rimas.
                                                 Se tu visses o que eu vi - António Mota


Depois de lermos o poema de António Mota, cantamos a canção, acompanhados pelo Guitalelé e aprendemos os acordes. Depois de sabermos bem a canção, criamos um poema individual que ilustramos.
Finalmente, criamos um poema conjunto que deu origem a uma nova canção que ilustramos para criar uma apresentação.

Se tu visses o que eu vi
até ias gaguejar
uma formiga a tocar viola
e um boi à frente a bailar.

Se tu visses o que eu vi
até ias ver estrelas
                    um coelho a apanhar cerejas
e um crocodilo em baixo à espera delas.

Se tu visses
se tu visses o que eu vi!!

Se tu visses o que eu vi
fugias a sete pés
na esplanada um gato e um rato
à espera dos seus cafés.

Se tu visses o que eu vi
caías para o outro lado
uma foca na praia ao sol
e um macaco a comer gelado.

Se tu visses
se tu visses o que eu vi!!

Se tu visses o que eu vi
até ias desmaiar
em agosto a neve a cair
e em dezembro as flores a brotar.

Se tu visses o que eu vi
não saías do lugar
um tubarão a escrever poemas
e uma baleia com pés, a andar.